Envelhecer é uma arte, não é uma doença

Texto de Sara Dias Oliveira “O meu espírito irrequieto nunca me deixou ficar parado muito tempo.” Bernardo Belo Marques, 77 anos, de Braga, reformou-se em 1995 e nunca quis passar os dias a jogar cartas ou dominó num banco de jardim. “Seria deprimente, um desperdício de tempo, uma vida desenxabida.” São 23 anos de vida de reformado. “Faço sem pressas o que me dá prazer e não me recordo de ter tempo vago”, confessa. Recuperou um gosto antigo, a pintura, e expôs obras em vários espaços da cidade. Esteve na fundação da Rádio Barcelos e na dinamização de uma associação […]

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