Blaya: Elétrica e sem papas na língua

Texto de Sara Dias Oliveira Lisboa ao longe, o vento que vai e vem, o homem que corta a relva no seu veículo motorizado no jardim público da marginal do Barreiro rente ao Tejo, meia dúzia de homens e mulheres de galochas no rio à cata do que ali anda e até onde a água lhes deixa, algumas senhoras numa aula matinal de ginástica. Blaya chega. Calças de ganga abertas de lado até aos joelhos, camisola de malha de algodão doce sem mangas e acima do umbigo, casaco impermeável com as cores do arco-íris mescladas. Corpo tatuado, porque sim, cabelo […]

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