Ainda há samurais

Há uma escola em Lisboa que ensina a via do guerreiro, à maneira dos antigos samurais. Aqui, todo o conhecimento tem de ser validado uma e outra vez, para se ajustar às batalhas da vida atual.

No filme O Último Samurai (2003), o momento em que o capitão Nathan Algren (Tom Cruise) cai nas mãos dos homens de espadas e carrapitos que se propunha derrotar é tramado. Os americanos querem contratos lucrativos com o imperador do Japão, que pretende modernizar o exército imperial com armas de fogo. Mas ambos os lados têm de reprimir antes a rebelião dos samurais, guerreiros devotados à tradição do bushido, que acabam por desviar Algren para a sua causa. «Os samurais não são pessoas comuns. Desde que acordam dedicam-se à perfeição no que fazem, nunca vi tal disciplina», dizia o capitão, rendido ao significado de ser samurai: «É devotar-se a uma série de princípios morais. É buscar a tranquilidade da mente e ser mestre no domínio da espada.»

Por cá, ainda há samurais. Na escola Jisei Dojo, em Lisboa, continua a seguir-se a via do guerreiro. «Hoje não faria sentido andarmos por aí de sabre, mas o enriquecimento pessoal que eles cultivavam chega-nos através do método do jisei budo - ou jiseido - e mantém-se atual diante das adversidades que a vida levanta no presente», diz o mestre Inácio Dias.

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