Estes são os vídeos mais divertidos da era covid

Um médico indiano fez uma dança, vestido com equipamento completo de proteção, como se estivesse numa pista em Bollywood. E um diretor de uma escola no Alabama fez uma "versão covid " da música "U Can't Touch This" do artista MC Hammer.

Só poderia ter acontecido em 2020, ou como em plena pandemia o humor (ainda) nos pode salvar. Para afastar o stress e trazer alguns sorrisos durante este tempo difícil, um médico indiano fez uma dança, vestido com equipamento completo de proteção, como se estivesse numa pista em Bollywood.

Há ainda um grupo de bailarinos - de máscara no rosto, claro - a fazer piruetas em estações de metro e em parques de estacionamento vazios e um diretor de uma escola no Alabama que faz uma "versão covid " da música "U Can't Touch This" do artista MC Hammer.

São oito bailarinos que deslizam com destreza e elegância pelas ruas do Harlem, transformando todo o bairro num imenso palco - fazem o mesmo numa estação de metro vazia.

"Queria cenários fora desses espaços urbanos do Harlem", disse o bailarino Derek Brockington ao Guardian.

Brockington produziu o vídeo com a dançarina Alexandra Hutchinson em agosto, para a Harlem Week, uma celebração anual do bairro, que foi uma das áreas mais atingidas em Manhattan no início da pandemia.

Este ano, todas as apresentações foram online. "As pessoas adoraram ver um lado diferente do Harlem e sentiram uma energia que celebra a excelência do que lá acontece", disse ainda Brockington.

Quentin Lee, diretor da escola secundária Childersburg, perto de Birmingham, Alabama, transformou o hit de 1990 de MC Hammer, "U Can't Touch This", na música perfeita para 2020

Lee escreveu a letra tendo como tema o distanciamento social. O vídeo já foi visto mais de 6 milhões de vezes.

Jerusalema, o sucesso de 2019 dos artistas sul-africanos Master KG e Nomcebo Zikode, foi o tema escolhido para um grupo de rapazes e raparigas filmarem, em Angola, no início de 2020, um vídeo que já foi visto mais de 13 milhões de vezes e ainda gerou um desafio global de dança.

Com as fronteiras fechadas, a dança e a música foi a forma de se manterem ligados uns aos outros, ainda que de forma virtual.

Trabalhadores da saúde na África do Sul e no Quénia também participaram do #JerusalemaDanceChallenge, assim como uma diocese católica em Montreal, um advogado zimbabuano de direitos humanos e até um grupo de bombeiros romenos, entre muitos outros.

"Não pode haver maneira melhor de celebrar a nossa sul africanidade do que participar no fenómeno global que está a espalhar pelo mundo e que é o desafio da dança de Jerusalema", disse, num discurso público, o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa.

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