Exclusivo EUA. Um ano depois, ataque ao Capitólio não beliscou republicanos

Partido republicano está bem posicionado para reconquistar o controlo da Câmara dos Representantes nas eleições intercalares de novembro.

Foi o dia mais perigoso da democracia americana nos tempos modernos, uma tentativa de insurreição que resultou em cinco mortos, muitos feridos e centenas de invasores condenados em tribunal. O ataque ao Capitólio por apoiantes de Donald Trump, que visavam impedir a certificação de Joe Biden como vencedor das eleições presidenciais, aconteceu há precisamente um ano. O rescaldo desta invasão, baseada na falsa premissa de que a eleição foi manipulada, continua a reverberar na sociedade e política americana. Mas o partido do ex-presidente e os candidatos republicanos que vão a votos este ano nas eleições intercalares, mesmo os que defenderam a versão falsa da manipulação, saíram relativamente incólumes do que aconteceu.

"Neste momento, é difícil imaginar que haja consequências políticas sérias para os republicanos", disse ao DN Thomas Holyoke (ver entrevista mais abaixo neste texto), cientista político e professor na Universidade Estadual da Califórnia, Fresno. "Pode acontecer que se descubra algo que culpabilize Donald Trump ou pessoas que lhe são próximas. Mas até agora, parece que haverá mais consequências para os republicanos se cooperarem com a comissão de investigação ao 6 de janeiro."

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