Exclusivo Diplomacia atrás das cortinas para salvar o acordo nuclear iraniano

Num hotel de Viena, diplomatas de seis países e da União Europeia deram o início a negociações entre peritos que podem estender-se por semanas. A metros de distância, a delegação norte-americana concerta posições com a mediação europeia.

A reunião de diplomatas europeus, da China e do Irão aconteceu no Grand Hotel de Viena, mas o tom de contido otimismo foi dado em Teerão, quando o porta-voz do governo Ali Rabiei considerou motivo para celebração as "promissoras" declarações do enviado norte-americano para o Irão. Rob Malley havia reconhecido na sexta-feira que as sanções impostas pelo seu país estão "em contradição" com o acordo e que, para os Estados Unidos regressarem, terão de levantá-las. O otimismo manteve-se no final das duas horas de encontro.

"A reunião e a comissão mista foram frutuosas", anunciou o embaixador russo para as organizações internacionais, Mikhail Ulianov, no Twitter. "A restauração" do acordo alcançado em 2015 e prejudicado pela retirada em 2018 dos Estados Unidos "não acontecerá imediatamente", tuitou o diplomata com residência na capital austríaca. "Mas o mais importante é que o trabalho prático para alcançar este objetivo começou."

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