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Santuário de Fátima

"Seis mil pessoas não é nada". Turismo só normalizará em 2022

Os restaurantes e os hotéis não chegam aos 30% de ocupação. As empresas dispensam trabalhadores sazonais e nas lojas só se vendem lembranças de um ou dois euros. Alexandre Marto, representante do grupo Fátima Hotels, acredita que antes de abril do próximo ano não há lugar para recuperação. E adverte para a realidade: o caso de Fátima afigura-se pior do que o Algarve