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Margarita Correia

Brasil, Portugal e esta língua que nos (des)une

Foi notícia uma terapeuta da fala (ou fonoaudióloga, termo usado no Brasil) ter visto a sua candidatura ao exercício da função no Serviço Nacional de Saúde ser rejeitada com base no seu deficiente domínio da língua portuguesa, aparentemente pelo facto de ser brasileira e falante de português do Brasil. O caso de cidadãos brasileiros discriminados por razões linguísticas em Portugal é recorrente e este preconceito tenderá, acredito, a intensificar-se com a chegada de mais cidadãos brasileiros com formação superior. Já me referi à questão em texto anterior, a propósito de dissertações e teses apresentadas por alunos brasileiros a universidades portuguesas e ocorre-me a discriminação de que são alvo colegas brasileiros, com competências e currículos inatacáveis, quando se candidatam a ensinar linguística ou língua portuguesa em instituições públicas de ensino superior.

Pedro Gonçalves

O reguila de Vidago a quem chamam Pote e que brilha no Sporting

Pedro Gonçalves tem 22 anos e um futuro brilhante pela frente, a avaliar pela época que está a fazer no Sporting. Sete golos em sete jogos fazem dele o melhor marcador do campeonato e figura de um leão líder. Natural de Vidago, onde lhe chamam "Potinho", teve o primeiro contrato profissional no Valência aos 17 anos. De origens humildes sempre olhou para o futebol como forma de ajudar a família.