Premium Jamaica. Muito mais do que reggae e erva

Há quase 26 anos, a primeira capa da revista Volta ao Mundo foi a Jamaica. Em novembro de 1994, falava-se de uma ilha onde era "fácil ser enganado". Ou que Kingston, a capital, era "uma mistura fervilhante de Mercedes Benz e mendigos sem abrigo" e que o bairro de Trenchtown era uma das "áreas onde os turistas não deveriam entrar". Mas será que, mais de um quarto de século depois, a ilha das Caraíbas ainda é assim?


Se houve coisa que não mudou na Jamaica no último quarto de século foi a oferta de praia, por isso começamos a volta à ilha justamente numa das mais impressionantes, uma das 50 praias públicas do país: a 7 Mile Beach, em Negril. Areia branca, água turquesa e todos os outros chavões ligados a esta ilha das Caraíbas - palmeiras, reggae a tocar e vendedores de erva no areal. Lá estão os pequenos hotéis, as lojas e bares virados para o mar e uma bela oferta de massagens, fruta fresca, cocktails e insufláveis na água para gente de todas as idades.

Vincent, um empresário local, trabalha com turismo há coisa de 25 anos e lembra-se bem dos anos 1990: "Hoje as pessoas têm poder para comprar mais coisas, têm acesso a mais produtos do que há 25 anos. São mais felizes? Não." Nesse fim de manhã não nos pôde acompanhar num passeio de snorkelling, mas deixou-nos em boas mãos, com o filho. Paramos em três diferentes locais ao largo de 7 Mile Beach, observamos corais, peixes e um fundo do mar que proporcionou duas horas de boas experiências.

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