Premium Eutanásia. "Não temos pressa", diz Isabel Moreira

O Parlamento vai fazer uma ronda de audições, em que estarão muitos do "não" à morte medicamente assistida. Paralelamente corre processo do referendo.

O mais polémico dossiê, o da descriminalização da morte assistida, com cinco projetos aprovados na generalidade no Parlamento em fevereiro, ainda não tem data para estar concluído. E é pouco provável que a discussão volte a fazer-se em plena campanha para as presidenciais, um tema que seria muito incómodo para Marcelo Rebelo de Sousa, que embora se saiba que é contra a eutanásia, nunca disse claramente o que fará quando um diploma desta natureza chegar a Belém.

"Não temos pressa", afirma ao DN Isabel Moreira, a deputada do PS que está mandatada para fazer o texto de consenso entre os cinco projetos para uma nova lei. A tarefa é grande, "a de fazer um texto de reúna o melhor de todos os projetos", sublinha. Os projetos aprovados em fevereiro, e que desceram à comissão de especialidade, foram os do PS, do BE, do PAN, dos Verdes e da Iniciativa Liberal e têm diferenças quando ao modo como poderá ser pedida a morte assistida, como se poderá fazer, os prazos e os locais onde se poderá praticar, bem como quem fará o acompanhamento.

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