Premium Como falar de Amália aos mais novos? Com histórias e músicas e sem solenidade

Camané teve a ideia, o clube Músicas & Musicais do Agrupamento de Escolas Nuno Gonçalves pô-la em prática. No domingo, o espetáculo 100 Amália põe 35 jovens no Teatro São Luiz, em Lisboa, a falar sobre e a tocar e a cantar Amália Rodrigues.

Há cem anos nasceu em Lisboa uma menina chamada Amália Rodrigues. Até há pouco tempo eu não sabia quem era Amália", conta Alexandra, com a voz colocada, dirigindo-se a um público imaginário. Quando Alexandra nasceu Amália já tinha morrido. Mas, apesar disso, ela cresceu a ouvir os fados. "Parece que eu só sossegava quando a minha mãe punha o CD da Amália."

É assim, ao som da viola e da guitarra portuguesa, que começa o espetáculo 100 Amália, criado no âmbito do clube Músicas & Musicais do Agrupamento de Escolas Nuno Gonçalves, em Lisboa, mas que neste domingo sai dos portões da escola e sobe ao palco do Teatro São Luiz. São 35 miúdos, entre músicos, cantores e atores, do 5.º ao 12.º anos, que nos vão contar como descobriram a fadista do xaile negro, o que aprenderam sobre a vida dela e quais as músicas de Amália que mais gostam de ouvir.

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