Premium Supremo Tribunal. Democratas incapazes de travar o reforço da maioria conservadora

Senado, onde os republicanos têm uma maioria de 53 contra 47, vota nesta segunda-feira a confirmação da juíza Amy Coney Barrett. Democratas boicotaram a votação na Comissão Judicial, mas sem sucesso.

Menos de um mês depois de ter sido oficialmente nomeada pelo presidente Donald Trump para o cargo de juíza no Supremo Tribunal dos EUA, Amy Coney Barrett será confirmada nesta segunda-feira pelo Senado. Apesar das tentativas para tentar travar o processo, os democratas, em minoria, não serão capazes de impedir o reforço da maioria conservadora na mais alta instância judicial norte-americana.

A conservadora Coney Barrett, de 48 anos, substitui a liberal Ruth Bader Ginsburg, que morreu aos 87 anos a 18 de setembro, e será a terceira confirmação para o Supremo que Trump consegue desde que chegou à presidência em 2017 - logo nesse ano conseguiu nomear Neil Gorsuch e, já em 2018, Brett Kavanaugh. O Supremo ficará assim com uma confortável maioria conservadora de 6-3 durante vários anos, sendo o liberal Stephen Breyer, nomeado por Bill Clinton, o juiz mais velho, com 82 anos.

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