Premium OE 2021. Negociações retomadas na sexta com leis laborais e contratação pública em cima da mesa

Governo e esquerda parlamentar começam a discutir o Orçamento no final desta semana. BE quer alterações às leis laborais, mais trabalhadores na saúde e na educação e um apoio que não deixe ninguém abaixo do limiar da pobreza. PCP chega a este Orçamento depois de votar contra o suplementar e diz que há "problemas inadiáveis" a que o Orçamento tem de dar resposta.

Depois de um primeiro encontro em julho entre António Costa e os líderes do Bloco e do PCP, as negociações para o Orçamento do Estado 2021 arrancam no final desta semana, com reuniões já marcadas para sexta-feira. Aumento de salários, proibição de despedimentos, contratações no Estado, nomeadamente com o reforço do Serviço Nacional de Saúde, são alguns dos temas que bloquistas e comunistas se preparam para pôr em cima da mesa, num processo que decorrerá num contexto inesperado motivado pela pandemia do novo coronavírus.

As negociações para o Orçamento do Estado do próximo ano tiveram um primeiro round em meados de julho, altura em que António Costa se reuniu com Bloco de Esquerda e PCP - na agenda das reuniões com Catarina Martins e Jerónimo de Sousa esteve já uma primeira abordagem, ainda muito genérica, ao documento que orientará as contas públicas para o próximo ano, mas também o programa de recuperação económica 2020-2030.

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