Premium EUA e China em modo de guerra fria comprometem reforma da ONU

Pequim e Washington trocam acusações sobre poluição e alterações climáticas. Alemanha, Brasil, Índia e Japão querem assento no Conselho de Segurança e África do Sul também pretende presença africana.

Foi a acenar com uma profunda reforma da Organização das Nações Unidas que António Guterres chegou ao cargo de secretário-geral da instituição. Quase três anos depois, a ONU cumpre 75 anos num ambiente dominado pela impotência causada por fatores externos como a crise climática e a pandemia, mas também pela tensão entre Pequim e Washington.

"O problema é que grande parte do mundo questiona se a ONU ainda é relevante aos 75 anos", comentou ao The Guardian Sherine Tadros, a chefe do gabinete da Amnistia Internacional nas Nações Unidas. "Para utilizar uma analogia da covid-19, é uma questão de saber se tem demasiadas condições pré-existentes subjacentes para passar por este próximo período."

Ler mais

Mais Notícias