Exclusivo "Aprender com a situação, restaurar o que existe e seguir em frente"

A Beira inundou à passagem do Idai. Não há registo de vítimas entre os portugueses, falta contactar 13 numa lista de 91. Muitos edifícios destruídos.

Ricardo Martins vive no bairro de Munhava, o mais populoso da cidade da Beira. Falta comida, água, tem visto muitos edifícios e equipamentos destruídos. Não conhece vítimas entre os portugueses. Aliás, as autoridades moçambicanas não têm registo de vítimas entre os europeus. "A situação está mais ou menos controlada. Moro num bairro da cidade da Beira mais afastado do rio Búzi e, por isso, não foi tão afetado.

Uma parte do telhado da minha casa ficou destruída e reparei o que foi possível. As regiões mais afetadas estão nas redondezas da Beira devido ao grande volume de água que transbordou do rio", conta. Sobretudo a água do rio Búzi, mas também do Púnguè.

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