Premium PCP. Congresso com o partido em perda há seis eleições seguidas

As "Teses" que o PCP está a discutir para levar ao próximo congresso do partido menorizam as sucessivas derrotas eleitorais sofridas nos últimos quatro anos. Admitem-se apenas "insuficiências e debilidades" - mas sem mais detalhes. E uma "prolongada campanha anticomunista"

Qual foi a última noite eleitoral feliz para Jerónimo de Sousa? Foi há seis anos, em 6 de outubro de 2015. Um domingo de eleições legislativas em que a CDU (coligação com o PEV que o PCP lidera) passou de 16 para 17 deputados eleitos, à custa de mais cerca de quatro mil votos (de 441,8 mil para 445,9 mil). A noite em que Jerónimo de Sousa disse que "nada impede o PS de formar o Governo" - caucionando assim a ideia de uma maioria de esquerda que António Costa já tinha na cabeça e que se tornaria famosa com o nome de "geringonça".

De então para cá a evolução do panorama eleitoral do PCP não passou de uma sucessão de maus resultados - e em todas as eleições que o partido foi a votos, de dimensão nacional ou nas regionais dos Açores e na Madeira (ver quadro na página ao lado).

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