Premium Hospitais já negoceiam com privados tratamento a doentes não covid

No sul, há unidades que já suspenderam a atividade cirúrgica não urgente e as férias aos profissionais. Outras que criaram bolsas de horas solidárias para atenuar a falta de pessoal, e já há quem negoceie com os privados o uso de blocos operatórios pelos seus cirurgiões. No norte, a pressão ainda é grande. Num lado e no outro os doentes não ​​​​​​ covid vão ter de esperar, mas têm de ser tratados.

O Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN), que integra os hospitais de Santa Maria e Pulido Valente, suspendeu esta semana a atividade cirúrgica não urgente e prioritária, não sabendo quando a retomará. "Tudo depende da evolução da pandemia", afirmou ao DN fonte da administração. O Hospital Garcia de Orta (HGO, em Almada) contratualizou este mês a utilização de blocos operatórios de unidades privadas para os seus cirurgiões poderem continuar a trabalhar, estando a fazer tudo para manter os cuidados aos doentes não covid.

O Hospital Beatriz Ângelo (HBA), em Loures, espera luz verde da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) para que os seus médicos também possam começar a operar estes doentes nas unidades do Grupo Luz-Saúde. O objetivo é não suspender de todo a atividade cirúrgica programada.

Ler mais

Mais Notícias