Premium  Aventuras e desventuras cinematográficas da realeza

Na tradição do cinema histórico, os filmes sobre a realeza britânica definem um pequeno e sugestivo universo, mais ou menos autónomo. Para uma atriz, em particular, a personagem de uma rainha pode ser uma via ideal para chegar, pelo menos, a uma nomeação nos Óscares.

Na história perversa de Hollywood, há uma máxima sugestiva, e também muito sarcástica, que sugere uma maneira infalível de ganhar um Óscar. A saber: basta interpretar uma personagem da realeza britânica... A regra tem muitas exceções, mas é um facto que existe uma espécie de subgénero do cinema histórico, de temas e sensibilidade muito british, que depende dos faustos e dos enigmas da monarquia. As rainhas, em particular, parecem atrair a ideia (simplista, sem dúvida) segundo a qual os labirintos mais ou menos secretos da vida numa corte são um trunfo cinematograficamente imbatível. Eis algumas memórias das aventuras e desventuras desse capítulo tão peculiar da cinefilia.

Maria Stuart, Rainha da Escócia (1936)

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