Premium Israel e Emirados fazem as pazes de olhos postos no inimigo comum: o Irão

Emirados Árabes Unidos são o terceiro país a normalizar as relações com Israel, depois do Egito (1980) e da Jordânia (1996). Acordo é uma vitória para Trump, que procura dar cartas no Médio Oriente, mas um revés para os palestinianos, apesar de implicar a suspensão da anexação da Cisjordânia por parte dos israelitas.

O adjetivo "histórico" foi o escolhido pelo presidente norte-americano, Donald Trump, para anunciar ao mundo, através do Twitter, o acordo de normalização das relações entre Israel e os Emirados Árabes Unidos. Afinal, este é apenas o terceiro país árabe a dar este passo, que para os palestinianos representa uma traição apesar de vir com garantias da suspensão da anexação da Cisjordânia por parte dos israelitas.

O anúncio do acordo pode ter sido uma surpresa, mas a aproximação entre o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e o líder de facto dos Emirados Árabes Unidos, o príncipe herdeiro do Dubai, Mohammed bin Zayed Al Nahyan (conhecido pelas iniciais MBZ) não é de agora. Há anos que ambos caminham no mesmo sentido, tendo em conta o inimigo em comum: o Irão.

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