Premium Vai nascer uma nova escola internacional à americana em Lisboa

Salas "de última geração" e um currículo escolar baseado nos padrões americanos: é assim a nova escola internacional de Lisboa, a United International School of Lisbon, o novo projeto do grupo Martinhal. As candidaturas já estão abertas e as portas abrem oficialmente em setembro de 2020.

No lugar da antiga Universidade Independente, em Lisboa, encerrada em 2007, vai agora nascer uma escola internacional à americana. Chama-se United International School of Lisbon, é administrada pelo grupo hoteleiro Martinhal - que a ergueu sob um investimento de 50 milhões de euros - e abrirá portas já no próximo ano letivo. Podem concorrer crianças e jovens, desde a pré-primária ao 12.º ano de escolaridade.

Esta "será a primeira escola internacional num raio de vários quilómetros nesta área de Lisboa" e a localização foi realmente o mote por detrás deste projeto. Chitra Stern, proprietária do Grupo Martinhal, explica que há muito que faltava uma escola internacional "para atrair executivos, expatriados e empresas (americanos) para se instalarem em Portugal, pois as famílias com crianças que se deslocam precisam de pôr os seus filhos nestas escolas" e, até à data, tudo o que existia era na área de Cascais, Palmela e Sintra.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Liderança

Jill Ader: "As mulheres são mais propensas a minimizarem-se"

Jill Ader é a nova chairwoman da Egon Zehnder, a primeira mulher no cargo e a única numa grande empresa de busca de talentos e recursos. Tem, por isso, um ponto de vista extraordinário sobre o mundo - líderes, negócios, política e mulheres. Esteve em Portugal para um evento da companhia. E mostrou-o.

Premium

Viriato Soromenho Marques

Madrid ou a vergonha de Prometeu

O que está a acontecer na COP 25 de Madrid é muito mais do que parece. Metaforicamente falando, poderíamos dizer que nas últimas quatro décadas confirmámos o que apenas uma elite de argutos observadores, com olhos de águia, havia percebido antes: não precisamos de temer o que vem do espaço. Nenhum asteroide constitui ameaça provável à existência da Terra. Na verdade, a única ameaça existencial à vida (ainda) exuberante no único planeta habitado conhecido do universo somos nós, a espécie humana. A COP 25 reproduz também outra figura da nossa iconografia ocidental. Pela 25.ª vez, Sísifo, desta vez corporizado pela imensa maquinaria da diplomacia ambiental, transportará a sua pedra penitencial até ao alto de mais uma cimeira, para a deixar rolar de novo, numa repetição ritual e aparentemente inútil.