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Forças Armadas

Segredos e vigilâncias. Uma viagem ao mundo da ciberdefesa militar

Há um ciber exército a crescer nas Forças Armadas Portuguesas. O que faz, onde está e como vai para a guerra todos os dias? Os inimigos são, muitas vezes, hackers a soldo de estados estrangeiros

Percorre-se um longo corredor com portas codificadas e segurança até chegar à "frente de batalha". Não há trincheiras, não cheira a morte, nem há feridos caídos. Há militares fardados sentados em frente a computadores, com as retinas fixadas nos números 0 e 1 que preenchem os monitores.

Há uma parede totalmente coberta por um ecrã gigante onde se vêm mapas do mundo, com diversos pontos assinalados por luzinhas de várias cores, gráficos, tabelas, muitos números e nomes de alguns países. Não há armas, mas dali pode partir uma guerra. Ali há batalhas diárias contra muitos inimigos estrangeiros, por vezes a soldo de governos.

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