Premium "Estamos Juntos", "Somos 70%" e "Basta". Sociedade civil organiza-se contra Bolsonaro

Grupos já tomaram as redes e prometem tomar definitivamente as ruas. Mas a abrangência que pretendem ainda esbarra nos ceticismos tanto de Lula, como da "direita não bolsonarista"

O que têm em comum Lula da Silva e o seu algoz judicial Sérgio Moro? E no que concordam Dilma Rousseff e o subscritor do seu próprio impeachment Miguel Reale Júnior? Todos, como uma fatia considerável dos eleitores do Brasil, a julgar pelas sondagens, querem de uma forma de outra o fim do governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro. Mas é possível unir um grupo tão heterogéneo de pessoas e com feridas aparentemente tão insanáveis a separá-los? Os movimentos "Estamos Juntos", "Somos 70%" e "Basta!", todos nascidos nas últimas semanas, acreditam que sim.

O "Estamos Juntos" começou num grupo de Whatsapp - ironicamente a mesma ferramenta digital utilizada para divulgar o bolsonarismo desde a pré-campanha eleitoral de 2018 - e pretende recriar o espírito do "Diretas Já!", movimento apartidário de 1983 que pedia a realização de eleições democráticas no país então sob ditadura militar.

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