Premium Sobreviver ao covid-19. Dados para entender a nova epidemia

Epidemia alastra mas, a pouco e pouco, os contornos da doença e do agente que a provoca, o novo coronavírus SARS-CoV-2, vão-se ficando mais claros. Há ainda muitas incógnitas, mas também já existem dados para melhor combater o covid-19.

Em busca do paciente zero

Conhecer a origem da doença, identificando o primeiro doente que a contraiu, o chamado paciente zero, pode fazer toda a diferença no combate à doença porque permite a partir daí não apenas traçar toda a história da epidemia e identificar pacientes que haviam passado nas malhas dos rastreios, mas também compreender melhor a doença e o que a desencadeou - não se sabe ainda qual é o reservatório do vírus nem como passou a infetar humanos. Esta, porém, tem sido uma tarefa ingrata para os detetives médicos e cientistas, que estão longe ainda de saber quem foi o paciente zero na China, mas também noutros países. Um dos principais problemas é que esta infeção passa inicialmente despercebida porque o período de incubação pode durar até 14 dias e porque em muitos doentes os sintomas são leves ou impercetíveis. Não se sabe quem foi o paciente zero original (na China, onde tudo começou, no final do ano passado), nem noutros países, como a Itália ou o Irão. Poderá levar anos de investigação para se obter essa informação, e é possível que nunca se chegue sequer a saber.

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