Vieira da Silva admite que 600 euros são "ponto de partida"

O governo iniciou as negociações do salário mínimo propondo os 600 euros que tem no seu programa mas admite que se trata de "um ponto de partida".

Havendo acordo entre os parceiros sociais para ir além dos 600 euros, não será o governo a travar esta orientação. Esta foi uma das mensagens que o ministro do Trabalho e da Segurança Social, Vieira da Silva, deixou esta terça-feira no final da reunião da Concertação Social, que deu início à negociação sobre a atualização do SMN em 2019. As confederações patronais não fecharam a porta a um aumento mais generoso, mas apenas se o Orçamento do Estado para 2019 vier a acomodar algumas das medidas que têm defendido.

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