Sócios da Órbita procuram novo acionista

Este mês houve 50 trabalhadores que rescindiram contrato com a empresa de bicicletas de Águeda. Rescisão da Emel deixa empresa em causa.

“É um filme de terror. Nunca pensamos que a Órbita acabasse assim”. Quem o diz é Vítor Santos, ex-trabalhador da Miralago, a casa-mãe da empresa de bicicletas de Águeda, onde chegou a cumprir 42 anos de casa. Foi um dos 50 trabalhadores que já em abril rescindiu contrato por justa causa, ao acumular três meses de salários por pagar. Uma situação inédita, garante, durante os mais de 40 anos em que trabalhou para o fundador, Aurélio Ferreira e o irmão, Manuel: “Nunca, mas rigorosamente nunca, houve qualquer atraso nos pagamentos”, garante.

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