UE. Portugal com segunda maior subida do PIB em cadeia no 2.º trimestre

Face ao segundo trimestre de 2020, entre abril e junho o Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro avançou 14,3% e o da UE 13,8%, depois de ter recuado 1,2% em ambas as zonas no trimestre anterior.

As economias da zona euro e da União Europeia (UE) cresceram no segundo trimestre, quer face ao período homólogo quer em cadeia, e Portugal (4,9%) apresentou o segundo maior avanço trimestral entre os Estados-membros, segundo o Eurostat.

De acordo com dados divulgados esta terça-feira pelo gabinete estatístico europeu, face ao segundo trimestre de 2020, entre abril e junho o Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro avançou 14,3% e o da UE 13,8%, depois de ter recuado 1,2% em ambas as zonas no trimestre anterior.

O PIB ajustado sazonalmente aumentou 2,2% na zona euro e 2,1% na UE no segundo trimestre de 2021, em comparação com o anterior, contrariando as diminuições de, respetivamente, 0,3% na zona euro e 0,1% na UE.

Face aos primeiros três meses do ano, o PIB da Irlanda foi o que mais cresceu (6,3%), seguido do de Portugal (4,9%), da Letónia (4,4%) e da Estónia (4,3%), tendo Malta (-0,5%) e a Croácia (-0,2) apresentado os únicos recuos.

Na variação homóloga, o PIB acelerou nos 27 Estados-membros, voltando a Irlanda a estar em primeiro lugar na tabela do crescimento económico (21,1%), seguida da Espanha (19,8%) e da Itália (17,3%).

Portugal registou um crescimento homólogo do PIB de 15,5% no segundo trimestre.

Entre abril e junho, o número de pessoas empregadas, em comparação com o mesmo período do ano anterior, aumentou 1,8% na zona euro e 1,9% na UE, após recuos de 1,8% e 1,6%, respetivamente, entre janeiro e março de 2021.

Face ao primeiro trimestre, o emprego aumentou 0,7% tanto na zona euro como na UE, em comparação com o trimestre anterior, depois de ter diminuído 0,2% no período anterior.

Hungria (5,2%), Portugal, Espanha e a Áustria (4,3% cada) registaram as maiores subidas do emprego

Entre abril e junho, a Letónia (5,7%), a Grécia (2,8%), a Dinamarca e Portugal (ambos 1,9%) registaram o mais forte crescimento do emprego em comparação com o trimestre anterior.

Foram observadas diminuições trimestrais na Estónia (-1,1%) e em Espanha (-0,9%).

Face ao período homólogo, a Hungria (5,2%), Portugal, Espanha e a Áustria (4,3% cada) registaram as maiores subidas do emprego, com a Roménia (-7,8%) e a Eslováquia (-0,4%) a apresentarem recuos no indicador.

O Eurostat estima que, com base em dados ajustados sazonalmente, 207,5 milhões de pessoas estavam empregadas na UE no segundo trimestre de 2021, das quais 159,0 milhões na zona do euro.

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