Os planos de recuperação da UE no pós-covid em debate

Organizado pelo Instituto Francisco Sá Carneiro, pelo PSD, pelo Partido Popular Europeu e pela Fundação Konrad Adenauer, o debate desta sexta-feira vai discutir a estratégia europeia para sair da crise causada pela pandemia do novo coronavírus.

A fechar a semana em que a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, esteve em Portugal para apresentar as prioridades do plano de recuperação e resiliência europeu e discutir com o primeiro-ministro António Costa o plano português, o Instituto Francisco Sá Carneiro (IFSC), o Partido Social Democrata (PSD), o Partido Popular Europeu (PPE) e a Fundação Konrad Adenauer organizam nesta sexta-feira um debate sob o tema "Planos de recuperação na UE no pós-covid-19".

O evento, que será transmitido online a partir das 16.00, conta com a participação de Maria da Graça Carvalho, eurodeputada e presidente do IFSC, Wilhelm Hofmeister, diretor da Fundação Konrad Adenauer, Paulo Rangel, vice-presidente do PPE, Olivier Jean Blanchard, professor no Peterson Institute for International Economics e economista-chefe do Fundo Monetário Internacional entre 2008 e 2015, Kirsten Scholl, diretora-geral para a Política Europeia do Ministério para os Assuntos Económicos e Energia da Alemanha, Michael Arghyrou, presidente do Council of Economic Advisors, ESM Board of Directors, Grécia, Joaquim Miranda Sarmento, professor Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), coordenador do Conselho Estratégico Nacional (CEN) do PSD, e Nuno Matias, vice-presidente do IFSC.

O debate pode ser seguido em direto no Facebook do Instituto Sá Carneiro.

De acordo com o compromisso alcançado em julho passado, Portugal receberá 15,3 mil milhões de euros em subvenções (a fundo perdido), incluindo 13,2 mil milhões de euros, até 2023, através do Mecanismo de Recuperação e Resiliência, o principal instrumento do Fundo de Recuperação da UE.

Os planos de recuperação e resiliência podem ser enviados pelos países a Bruxelas a partir de meados de outubro, dispondo depois a Comissão Europeia de dois meses para os avaliar.

O governo já veio dizer que Portugal quer ser dos primeiros países da UE a terem um plano de recuperação e resiliência "apresentado, discutido e aprovado" para aceder a fundos europeus a partir do início de 2021.

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