Pinto da Costa já apresentou lista para recandidatura à presidência do FC Porto

O Presidente dos dragões oficializou a sua recandidatura à presidência do clube que lidera há 38 anos. Pode ter concorrência nas próximas eleições marcada para o dia 18 de abril.

O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, entregou, esta terça-feira, a lista de candidatura à liderança dos dragões, com vista às eleições para os órgãos sociais do clube para o quadriénio 2020-24.

Lourenço Pinto, presidente da Associação de Futebol (AF) do Porto, aparece neste momento como candidato a Presidente da Mesa da Assembleia Geral dos azuis e brancos, lugar que, neste momento, é ocupado por Matos Fernandes. O dirigente máximo da AF do Porto não se vai recandidatar à liderança do organismo distrital e entra assim na lista do atual líder portista.

O nome apresentado pelo atual presidente do FC Porto para o Conselho Fiscal e Disciplinar é o de José Guimarães e a encabeçar a lista para o Conselho Superior surge Rui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto.

Desde que se candidatou, pela primeira vez, em 1982, que tem liderado os dragões quase sem oposição. Desta vez o cenário poderá ser diferente, sendo que existem três candidatos a candidatos à presidência. José Fernando Rio, empresário e comentador do Porto Canal foi o primeiro a anunciar uma ida a votos, mas ainda não formalizou a candidatura. Deve fazê-lo ainda esta terça-feira.

Martins Soares, o médico que desafiou Pinto da Costa em 1988 e 1991, anunciou a candidatura, mas recuou e só admite agora ir às urnas numa lista de consenso e de oposição ao atual presidente. Também Nuno Lobo se mostrou disponível para ir a votos, mas tal como os outros ainda não formalizaram a candidatura. Já João Rafael Koehler, que chegou a ser anunciado como rival de Pinto da Costa nas urnas, negou a intenção de ir a votos, apesar de se mostrar "muito preocupado" com o atual estado da nação portista.

A assembleia geral eleitoral do clube portuense está prevista para 18 de abril, mas Matos Fernandes já admitiu à agência Lusa a possibilidade de serem adiadas devido aos efeitos da pandemia de covid-19.

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