Paulo Sousa é o novo selecionador de futebol da Polónia

Treinador português vai orientar pela segunda vez uma seleção, depois de ter liderado os Sub-21 portugueses. É o oitavo treinador português à frente de uma seleção.

Paulo Sousa é o novo selecionador da Polónia, substituindo Jerzy Brzeczek, cuja saída do comando técnico foi tornada pública na segunda-feira, anunciou esta quarta-feira a Federação Polaca de Futebol (PZPN).

"Estou muito feliz e orgulhoso por me tornar selecionador de futebol da Polónia. A Polónia é um país de futebol. [...] Juntos seremos capazes de lutar pelo próximo campeonato da Europa", disse o técnico português, em declaração reproduzida durante uma videoconferência de imprensa do presidente da PZPN, Zbigniew Boniek.

Paulo Sousa vai orientar a seleção polaca no Euro2020, adiado para 2021 devido à pandemia de covid-19, no qual a Polónia - que conta com o avançado Robert Lewandowski, designado pela FIFA melhor jogador mundial em 2020 - ficou integrada no grupo E, em conjunto com Espanha, Suécia e Eslováquia.

O técnico, de 50 anos, que iniciou a carreira nos escalões de formação das seleções nacionais, vai comandar pela primeira vez uma seleção principal, depois de já ter treinado vários clubes mundiais, o último dos quais o Bordéus, de França, entre março de 2019 e agosto de 2020.

Oitavo português no comando de uma seleção

Com a contratação de Paulo Sousa, são agora oito os portugueses que são selecionadores nacionais. Mesmo com a saída de Carlos Queiroz, Portugal continua a ser o segundo país com mais treinadores à frente das equipas nacionais dos 211 países que fazem parte da FIFA. Apenas a França, com 14, surge à frente.

Para além de José Peseiro na Venezuela, há ainda Pedro Gonçalves na seleção principal de Angola, Hélio Sousa no comando do Bahrain, António Conceição, à frente da seleção de Camarões, Paulo Bento na Coreia do Sul, e Luís Gonçalves, que comanda a seleção principal de Moçambique e Fernando Santos na seleção portuguesa.

No próximo Campeonato do Mundo, em 2022, Portugal poderá assim superar o número de três selecionadores que teve no Mundial de 2014, no Brasil.

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