Decisão dos comissários mantém Meeke na liderança

Britânico tinha visto interrompida a sua atuação na quinta especial, devido aos acidentes de Paddon e Tanak

O britânico Kris Meeke (Citroen DS3) é o líder do Rali de Portugal após as sete primeiras especiais, depois de os comissários lhe terem atribuído o melhor tempo na quinta classificativa, que foi neutralizada após dois acidentes.

A especial foi interrompida após o neozelandês Haydden Paddon e o estónio Ott Tanak terem capotado e só oito pilotos concluíram o troço, enquanto os restantes o completam em ligação, o que foi o caso de Meeke, que liderava a prova após a secção matinal e a quem os comissários decidiram atribuir o melhor tempo na PEC5, com base no tempo que estava a registar.

Com o melhor registo em cinco das seis primeiras especiais de hoje, o norte-irlandês comandava a quinta prova do campeonato do mundo após sete classifcativas, com 35,2 segundos de vantagem sobre o francês Sébastien Ogier (Volkswagen Polo), tricampeão mundial e líder do campeonato, enquanto o espanhol Dani Sordo (Hyundai i20) é o terceiro, a 39 segundos.

Recorrendo o artigo 39 do regulamento desportivo do campeonato do mundo de ralis -- que prevê a atribuição dos tempos considerados mais justos aos pilotos afetados por uma neutralização -, o colégio creditou os seis pilotos que já tinham iniciado a especial de Ponte de Lima antes da interrupção.

Na sua análise, atribuiu o tempo de 19.20,6 minutos a Meeke, para os 27,44 quilómetros do troço, uma estimativa que corresponde a menos 5,2 segundos do que o tempo feito pelo espanhol Dani Sordo, efetivamente o piloto mais rápido entre os oito que terminaram a especial.

Aqueles que ainda não tinham iniciado a classificativa, foram todos creditados com um tempo de 20.10,2 segundos.

A jornada completa-se com as duas passagens da 'Porto Street Stage', uma especial-espetáculo de 1,85 quilómetros no centro da cidade Invicta, que teve início pouco depois das 19:00.

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