Advogado do Benfica: "Até que enfim que cá vieram"

João Correia destacou as buscas da Polícia Judiciária na Luz, destacando que este é "o único meio de se comprovar se os emails são verdadeiros ou falsos"

"Até que enfim que cá vieram." Foi desta forma que João Correia, representante dos advogados do Benfica, reagiu esta quinta-feira, em declarações à BTV, às buscas da Polícia Judiciária (PJ) ao Estádio da Luz, no âmbito do caso dos emails, tornado público por Francisco J. Marques, diretor de comunicação do FC Porto, no Porto Canal.

"Tendo em conta as insinuações e sugestões relativas a factos ilícitos alegadamente praticados pelo Benfica, o único meio de se comprovar se eles são verdadeiros ou falsos era que a Polícia Judiciária cá viesse", explicou, garantindo que "já tinha pedido celeridade nas investigações para acabar com as sucessivas ofensas que são feitas à instituição Benfica e às pessoas que nela trabalham".

Ainda segundo o advogado, a PJ deslocou-se ao Estádio da Luz com o o objetivo de "apurar se há um crime ou manipulação perversa de resultados desportivos". E nesse sentido formulou um desejo: "Oxalá que agora concluam rapidamente se há ou não corrupção por parte do Benfica. Se se comprovar que foram praticados atos ilícitos, o Benfica tem de ser punido. Se se provar o contrário alguém terá de ser fortemente penalizado."

Depois de ter confirmado que até ao momento "o Benfica não foi constituído arguido" no âmbito deste processo, João Correia lembrou que "o sistema informático do Benfica foi invadido, pelo que isso é crime". "O que se passou foi violação de correspondência, independentemente de esses emails serem verdadeiros ou falsos. mas até agora não se passou nada nesse âmbito, contudo, o Benfica está a ser alvo de acusações infundadas", sublinhou

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