Benfica vence Wisla Plock e está na final da Liga Europeia de andebol

O sérvio Petar Djordjic foi, uma vez mais, o principal 'motor' do ataque benfiquista, ao apontar nove golos.

O Benfica apurou-se este sábado para a final da Liga Europeia de andebol, ao superar com enorme categoria os polacos do Wisla Plock por 26-19, na segunda meia-final da prova, a decorrer na Altice Arena, em Lisboa.

A jogar em casa, perante milhares de adeptos 'encarnados', que, acabaram por ser uma ajuda fulcral, o conjunto da Luz, já na frente ao intervalo (10-8), conseguiu um lugar no jogo decisivo, face aos alemães do Magdeburgo, atuais detentores do título.

O sérvio Petar Djordjic foi, uma vez mais, o principal 'motor' do ataque benfiquista, ao apontar nove golos, muitos da linha dos sete metros, secundado pelo compatriota Lazar Kukic, com cinco tentos. Do outro lado, o húngaro Zoltán Szita fez quatro tentos.

Os primeiros minutos foram faltosos e as defesas superiorizaram-se aos ataques, o que resultou em poucos golos durante a primeira parte. Até aos nove minutos, o Benfica só logrou marcar da linha dos sete metros e o Wisla Plock celebrou apenas numa ocasião.

Na baliza dos 'encarnados', Sergey Hernández mostrou-se 'gigante' e decisivo a travar as investidas contrárias, aliado ao desacerto ofensivo dos polacos, enquanto o Benfica procurou usar a força do público para dilatar a vantagem, que foi de quatro golos (6-2).

A caminhar a passos largos para o período de descanso, os golos continuavam a teimar em ficar em segundo plano no jogo, mas o Wisla Plock ainda reagiu, chegando ao final da primeira parte com dois tentos de desvantagem (10-8) e tudo em aberto.

Contudo, a etapa complementar mostrou toda a motivação e superioridade do Benfica, perante um Wisla Plock muito errático, que viu Gustavo Capdeville entrar para segurar um livre de sete metros e, depois, Przemyslaw Krajewski receber ordem de expulsão.

Tudo parecia fácil para as 'águias', que têm muito a agradecer ao guarda-redes Sergey Hernández, bastantes vezes intransponível na baliza, com um parcial de seis golos sem resposta praticamente a sentenciar o triunfo, aos 24-14, impossíveis de reverter.

Apesar da reação final da turma do espanhol Xavi Sabaté, o conjunto da Luz apurou-se mesmo para a final da prova continental, com o resultado a cifrar-se em 26-19.

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