Barty joga primeira final em casa com Danielle Collins

Na primeira meia-final do torneio inaugural do Grand Slam, a tenista Ashleigh Barty venceu a norte-americana Madison Keys com os parciais de 6-1 e 6-3, em uma hora e dois minutos.

Ashleigh Barty, número um mundial de ténis, tornou-se esta quinta-feira a primeira australiana, em 42 anos, a aceder à final do Open da Austrália, ao bater a norte-americana Madison Keys, em Melbourne Park, onde vai defrontar agora Danielle Collins.

Na primeira meia-final do torneio inaugural do Grand Slam, a tenista da casa não deu grandes chances à norte-americana Madison Keys, de 26 anos, de sonhar com a passagem à final, uma vez que garantiu facilmente o triunfo em duas partidas diretas, com os parciais de 6-1 e 6-3, em uma hora e dois minutos.

A líder do ranking WTA contrariou as pancadas potentes da adversária, 51.ª colocada na hierarquia, com um jogo diversificado e, graças a 20 'winners' e 13 erros não forçados, contra os 8 pontos ganhantes e 24 erros não provocados de Keys, tornou-se na primeira jogadora da casa a atingir a final desde Wendy Turnbull, em 1980.

Depois de afastar a norte-americana, a bicampeã do Grand Slam (Roland Garros 2019 e Wimbledon 2021) vai disputar pela primeira vez o encontro do título, após as derrotas nos quartos de final em 2019 e 2021 e nas meias-finais em 2020, e tentar suceder a Chris O'Neil, em 1978, como a primeira campeã australiana do 'Happy Slam'.

No encontro do título, a jogadora de Ipswich, de 25 anos, terá como adversária a também norte-americana Danielle Collins (30.ª WTA), que surpreendeu a polaca Iga Swiatek, número nove mundial, em apenas dois 'sets', pelos parciais de 6-4 e 6-1, na segunda meia-final do dia.

Após ter ficado pela meia-final em 2019, Collins esta quinta-feira dominou completamente a campeã de Roland Garros de 2020 em uma hora e 18 minutos, registando 27 'winners' e 13 erros não forçados, face aos 12-13 de Swiatek, e vai, aos 28 anos, estrear-se numa final de um 'major'.

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