Rapper Chris Brown acusado de drogar e violar mulher

Uma mulher pede indemnização de 18 milhões de euros na ação que apresentou esta quinta-feira contra o músico norte-americano.

Uma mulher entrou com um processo nesta quinta-feira, em Los Angeles, contra Chris Brown, acusando o rapper de a ter drogado e violado, em Miami, informaram os advogados da queixosa esta sexta-feira.

A mulher, que, segundo o processo, é uma artista, coreógrafa e dançarina profissional residente em Los Angeles, afirma que Brown a drogou com uma bebida durante uma reunião num iate, junto à casa do músico Diddy, em dezembro de 2020, e depois a violou.

Os advogados da artista pedem uma indemnização de 20 milhões de dólares (cerca de 18 milhões de euros) por "danos emocionais". "Os eventos traumáticos que a queixosa experimentou são chocantes e deveriam horrorizar a todos", diz o processo.

De acordo com os documentos, Brown convidou a mulher para a casa de Diddy em Miami. Ao chegar, aceitou algumas bebidas do rapper, após o que se sentiu "desorientada, fisicamente instável e começou a sentir-se sonolenta". A mulher afirma que Brown a levou para um quarto, onde tirou a sua roupa e a violou.

Brown, 32, não se pronunciou diretamente sobre as acusações, mas comentou na sua conta de Instagram. "Espero que todos observem esse padrão", escreveu. "Sempre que lanço músicas ou projetos, 'ELES' tentam procurar verdadeiras falsidades."

O artista americano, descoberto na adolescência, é conhecido tanto por sua música quanto por seus problemas legais. Ele foi denunciado em 2019 por outra mulher, que também o acusava de violação.

Em 2009, Brown foi considerado culpado de agredir a cantora Rihanna, sua então namorada, e condenado a cinco anos de liberdade condicional. Em 2014, declarou-se culpado de ter agredido um fã em Washington, e em 2016 foi acusado de agredir uma mulher em Las Vegas e outra em Los Angeles.

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